Morreu o cantor Michael Jackson de 50 anos, com paragem cardíaca, esta Quinta-Feira (hoje), na sua casa.
Ainda não consegui perceber se isto é uma boa ou má notícia para o mundo e mesmo para ele próprio.No que respeita ao próprio, o Miguel Joaquim, estava todo lixado com "F" bem maiusculo. Tomou banhos atrás de banhos de lixivia, até ficar branco. Um exemplo perfeito para uma marca de detergente que dizia "Branco mais branco não há", o que lhe queimou os pulmões todos.
Depois, começou a fase do "Não pode apanhar Sol, senão cai-lhe o nariz". E não é que chegou mesmo a cair? :D Só falta saber que mais lhe acabou por cair.
Para a raça caucasiana, ele era uma aberração. Ficou mais branco que os caucasianos.
Para a raça negra, ele era uma aberração ainda maior, pois tinha vergonha da cor com que nasceu.
Para a opinião pública mundial, sobre a legalização do aborto, fez com que todos começassem a votar a favor nos referendos, com medo de virem a ter um filho assim.
Para a 7ª arte, foi um espectáculo. Ele inspirou os realizadores, na criação de monstros.
Para os amantes de música, todos sabem que desde que ele começou a tirar a cor, começou a deixar de ter boas musicas.
E por último, e o mais importante, acabou-se o Neverland e o seu acolhimento a crianças. As crianças do mundo estão mais seguras, estão mais felizes e por não voltarem a vê-lo, deixam de ter pesadelos.
PIOR DE TUDO ISTO: Não é ficarmos sem musicas dele... o pior é que já prevejo semanas consecutivas de documentários em homenagem a ele, tal e qual quando a Lady Diana morreu

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